O pontificado de Santo Eusébio durou apenas alguns meses, mas foi marcado por intensos conflitos internos sobre a readmissão dos lapsi (aqueles que renegaram a fé durante a perseguição). Assim como seu antecessor, Marcelo I, Eusébio defendia a necessidade de penitência, o que gerou novos distúrbios em Roma. O imperador Maxêncio, buscando manter a ordem pública, exilou-o para a Sicília, onde ele morreu pouco tempo depois. Ele é considerado um mártir da disciplina eclesiástica.