Seu pontificado coincidiu com o início da “Grande Perseguição” de Diocleciano, onde livros sagrados foram queimados e igrejas destruídas. Existem relatos históricos controversos sugerindo que ele teria entregue livros sagrados ou oferecido incenso aos deuses sob pressão, mas a Igreja o honra como santo que se arrependeu e sofreu o martírio logo depois. Após sua morte, a perseguição foi tão intensa que a Igreja ficou quase quatro anos sem conseguir eleger um sucessor oficial.