Considerado o último Papa mártir. Sem esperar a confirmação imperial, convocou o Concílio de Latrão de 649 para condenar as heresias orientais. Furioso, o imperador Constante II ordenou seu sequestro. Martinho foi levado à força para Constantinopla, humilhado e exilado para a Crimeia, onde morreu de fome e maus-tratos. Sua morte foi um testemunho supremo da liberdade da Igreja frente ao Estado.